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E Tudo Bem

Na sobrevivência cíclica e infindável de um dia sobre o outro, a rotina insere uma máscara invisível que nos impede de perceber:
– Que nem tudo faz sentido.
– Que o ciúme é coisa pequena.
– Que a sutura social é…

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e tudo bem

Na sobrevivência cíclica e infindável de um dia sobre o outro, a rotina insere uma máscara invisível que nos impede de perceber:
– Que nem tudo faz sentido.
– Que o ciúme é coisa pequena.
– Que a sutura social é conveniente demais.

Há que se saber que o pesar de deixar partir é apenas espaço branco, virgem e puro para aquilo que pode florescer, ainda que lentamente.
É cicatriz que não dói mais.
É célula que esvai dando espaço pra novo sentir.
É paz.

Há em cada sensação de “nunca mais” a porta escancarada para o novo, que só surge no coração de quem deixa ir, mesmo sem entender as histórias que não acabam, mas com a certeza de que:
É isso.
E ponto.
E tudo bem.

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