By mauriciopolachini segundo ato A despedida é uma viola mal tocada,uma estrada inacabada,que só tem a contramão. É o gole mal dado que engasga.É a hora que se apressa,em uma espera que não tem fim, não. É o escorregar em um passado quase molhado.É um desejo desavisado,de quem não quer olhar pra frente. É o adeus forçado, desapego.A maturidade, o amor terno,até que a dor se torne ausente. É um grato ciclo que se encerra.Uma porta que desemperra,para outra vida brotar das mãos. Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, email e site neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Send Comment