Não saber se foi real. Não saber se pode voltar a ser.
É como acordar de um sonho (ou sono) muito profundo, intenso, visceral. Não conseguir mais distinguir daquilo que se sobrepõe à realidade, o factível ou subliminar.
Saber que aconteceu é também aceitar que acabou.
Mas além disso, é um jeito de crescer: propósito infinito da nossa existência enquanto humanos.